segunda-feira, 13 de abril de 2009

DEPILAÇÃO DO MACHO

Estava assistindo um jogo de futebol, numa tarde qualquer de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, e todos somos abençoados com a maldita DDD. (Depressão de Domingo).
Foi quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas partes baixas com suas habilidosas mãos. Após alguns minutos, vendo em meu rosto que eu estava com a guarda baixa, ela propôs a seguinte idéia: Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Logo, fiquei com o Sr. Pinto ainda mais duro.
Respondi que não, que doeria, coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu ainda imaginando quais seriam as "outras coisas". Não que eu seja pervertido, mas sexo é algo que sempre me anima.
Não tive mais como negar. Concordei com a patroa. Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, com a bengala de fora, tomando um arzinho nas partes baixas.
Enquanto minha mente estava vagando pelas novas sensações, fui despertado pelo beep do microondas. Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula, alguns pedaços de plástico e um sorriso que eu nunca tinha visto antes.
Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente, sem contar que o sorriso em seu rosto permanecia. Fiquei tranquilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o acesso para as partes que ela visava. Pegou meus lindos e fortes testículos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna.
Achei aquela sensação maravilhosa! Sério mesmo queridos leitores, o Sr. Pinto já estava todo “pimpão” como quem diz: “sou o próximo da fila”! Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as “outras coisas” que viriam. Pensando nas “outras coisas”, Sr. Pinto ficou ainda mais “Pimpão” do que antes.
Após estar completamente envoltos de cera, ela embrulhou ambos os meus meninos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para um passeio no parque. Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela internet? Não importava, contanto que minha gatinha não parasse.
Porém, alguns segundos depois de clímax, ela esticou o saquinho para um lado e deu um puta puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTA QUE PARIU SUA CRETINA DO CARALHO! Quase falado letra por letra. Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado.
Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava passar de novo, e por incrível que pareça a biscate ainda sorria. Respondi prontamente: NEM FUDENDO. Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade! Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro.
Sentia o meu coração bater no saco. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, e foi nesse momento que percebi que sobre forte efeito da dor qualquer homem vira o presidente do Brasil: Faz merda atrás de merda. Será que dói ser presidente?Peguei meu gel pós barba com camomila “QUE ACALMA A PELE”, enchi as mãos e passei nos testículos semi-nus. Foi como se tivesse passado molho de pimenta no cu. Sentei no bidê na posição de "lava xereca" e deixei o chuveirinho acalmar os Dr.s, peguei a toalha de rosto da ilustríssima biscate conhecida como minha esposa e sequei o saco, e logo depois fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round.
Olhei para o Sr. pinto. Ele tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia irmão gêmeo do meu umbigo. Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou se eu estava passando bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual uma gralha rouca com reumatismo.
Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentando que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. Pela espessura da pele do meu saco, aqui não nasce nem penugem, logo, ela me pediu para olhar como estavam.
Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada, e se ficar com esse sorriso irônico vai engolir os dentes! Ela atendeu aos meus pedidos, e depois dela olhar como estava as minhas bolas peladas, vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana. No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar.
Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os testículos em qualquer superfície e sentir vontade de provocar um Haraquiri. Resultado, certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres. Não adianta tentar misturar os universos masculinos e femininos, ou você pode acabar com o saco sensível e pelado!

2 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Insano.

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  2. que tragédia insano!!! sua mulher não deve ter o que fazer procurar cabelo em ovo,digo ovoskkkkkkkkkkk

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