
Lucy Emmingham passou a noite do casamento no hospital. Com marcas da violência urbana pelo corpo. O drama da inglesa de 21 anos começou quando ela estava esperando pelo início da cerimônia na recepção de uma casa de festas em Sheffield (Inglaterra). Não era uma noiva tradicional. Lucy estava vestida de preto e tinha o cabelo tingido de rosa. Tudo combinando com o Halloween, data escolhida para o momento especial. Arruaceiros que passavam pelo local não aceitaram o visual da noiva e simplesmente a espancaram. Lucy ficou desacordada. O noivo, Edward, também fora do "padrão" (camisa vermelha-hemorragia e cabelo moicano), não conseguiu deter a ação dos agressores, que fugiram. O ataque acabou respigando em dois convidados: Jamie Johnstone teve um piercing na boca arrancado por um soco e uma jovem de 14 anos sofreu uma perfuração na nuca. "Lucy tem aparência um pouco diferente, mas agredi-la por causa disso é repugnante", disse a mãe de Lucy ao "Mirror". Repugnante e covarde

A intolerância é fato inexplicável. E quanto mais "civilizado" mais intolerante.
ResponderExcluirIsso que eu gosto muito no Rio: diversidade total de gêneros, raças e esquisitices. Na praia nem se fala, estão todas as classes misturadas e juntinhas. Não é bom?
Esse fato não foi muito diferente ( FOI MAIS VIOLENTO ) do q o ocorrido na faculdade de São Bernardo do Campo. A burrice, a bestialidade, foi a mesma. A moça de S.P. , teve que sair escoltada por policiais. Quem garante q não aconteceria a mesma coisa q aconteceu com a inglesa ?
ResponderExcluirÉ UMA VERGONHA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Bem, muito bem lembrado. O que aconteceu em S Bernardo foi muito chocante, mostra que o moralismo e a bestialidade andam juntos e estão em todos os cantos.
ResponderExcluirComo seres humanos podem fazer isso com outro?
ResponderExcluirIsso é que eu chamo de um dia inesquecível
Em São Bernardo tem universitárias que não entenderam, até agora, qual que é o significado da palavra liberdade e ficam dando entrevista pra tv dizendo que a moça do vestido curto subiu pela rampa, que ela queria "causar".E Da-í?Ela poderia até vender o corpo fora é problema dela, eles não podiam coagi-la do modo que fizeram e pior professores e seguranças apoiando